Do que eram as nossas aldeias beirãs antigamente pouco resta. O tempo, lenta mas seguramente, tudo muda. Talvez cada um de nós possa fazer algo para preservar as tradições que se vão esquecendo a cada dia que passa.
Lembrei-me de pedir aos meus leitores e amigos que se lembrem de coisas antigas como quadras, cantigas, costumes, lendas, contos, etc. , façam o favor de as escrever nos comentários a este post, e eu publicá-los-ei neste blogue.
Para vos dar um exemplo de como se podem encontrar coisas magníficas pela sua genuinidade, graça (e vernaculismo neste caso, de que peço desculpa) aqui vai uma quadra que uma querida e saudosa velhinha de Lourosa ( Santa Cruz da Trapa ) costumava dizer quando, nas tardes de domingo, nos metíamos com ela e pedíamos que nos contasse velhas histórias.
A vida corre-me torta
Já perdi a esperança toda
Não se me dá de morrer
Quem cá ficar que se fôda