Escrevi este conto já lá vão mais de vinte anos. Um bocado da minha infância misturado com alguma fantasia seguindo o paradigma queirosiano, eis o que quis oferecer aos possíveis leitores.
Não sei muito de literatura e por isso não posso dizer se este texto tem qualidade ou não. No entanto digo-vos que me emociono todas as vezes que o leio. Não sei explicar-vos porquê. Trata-se de uma ficção mas olho aquela criança e todas as circunstâncias que a envolviam no conto com uma ternura e um amor tão grande que chego a crer e a sentir que aqueles momentos se tornaram reais para mim.
Este texto já foi publicado num pequeno jornal e é também conhecido de outras pessoas. Às pessoas que já leram peço desculpa pela repetição mas, estando na Internet está no Mundo, e eu quero que ele fique por aí, como os satélites velhos que ficam para sempre a pairar no espaço sideral, mesmo depois de mim, mesmo depois de nós.
Sérgio Figueiredo
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