
Quando

Quando






Após umas longas e maravilhosas férias, estou de volta.
A preguiça que me atacou nos últimos tempos ainda não me deixa fazer grandes exercícios. Já consigo teclar duas palavras por minuto mas depois fico muito cansado e a cabeça recusa-se a deixar sair qualquer raciocínio mais elaborado que os do Eusébio.
Desejo-me as melhoras e, já agora, as vossas também porque este blog deixa qualquer um de rastos.


Depois das laranjas vieram os bifes e, agora, temos ainda que comer o galo. Que dieta mais estranha. Deus queira que não nos dê alguma dor de barriga...
Quero realçar o feito conseguido pelo fantástico Ricardo. Que extraordinária resposta a quem o desconsiderou e o fez passar tempos dificeis.
A França é a terceira grande equipa que vamos enfrentar e, pelo que vi ontem, a melhor das três. Mas, também Portugal está cheio de confiança, garra e classe.
Acredito. Força Portugal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!






Mais uma vez, o NAK , ( Núcleo dos Amigos do King ), comemorou o nseu aniversário entre as paisagens idílicas de Ferreira do Zêzere. Cerca de três dezenas dos seus sócios, alguns acompanhados dos seus familiares, desfrutaram de um fim de semana descontraído e repousante.





Rezam as crónicas que, no ano de 1994, se realizou uma competição de remo entre duas equipas, uma composta por trabalhadores de uma empresa portuguesa e outra por seus congéneres japoneses.
Dada a partida, os remadores japoneses começaram a destacar-se desde o primeiro instante. Chegaram à meta em primeiro e a equipa portuguesa chegou com uma hora de atraso.
De regresso a casa, a direcção da equipa portuguesa reuniu-se para analisar as causas de tão desastrosa actuação e concluiu: na equipa japonesa havia um chefe de equipa e 10 remadores, enquanto na equipa portuguesa havia um remador e 10 chefes de serviço, facto que seria alterado no ano seguinte.
Em 1995, dada a partida, rápidamente a equipa japonesa começou a ganhar vantagem chegando à meta com duas horas de avanço.
A direcção da equipa portuguesa voltou a reunir e verificou que , na equipa japonesa continuava um chefe e 10 remadores, enquanto a equipa portuguesa, após a sua reestruturação, era composta por um chefe de serviço, dois assessores da gerência, sete chefes de secção e um remador. Após uma análise minuciosa concluiu-se que o remador era um incompetente.
No ano seguinte, e como não podia deixar de ser, a embarcação japonesa adiantou-se mal foi dada a partida. A portuguesa, que este ano tinha sido encomendada ao Departamento de Novas Tecnologias, chegou com quatro horas de atraso. No fim da regata, e para avaliar os resultados, decorreu uma reunião ao mais alto nível, chegando-se à seguinte conclusão: a equipa japonesa optou novamente por um chefe de equipa e 10 remadores. A equipa portuguesa, após uma auditoria externa e a colaboração de um assessor especial do Departamento de Informática, optou por uma formação mais vanguardista, composta por um chefe de serviço, três chefes de secção dois auditores de especialidade e quatro elementos de empresa de segurança que controlavam a actividade do único remador ao qual foi decidido abrir um processo disciplinar e retirados todos os bónus e incentivos devido aos enormes e consecutivos fracassos verificados causados pela sua ineficiência e pouca produtividade.

O nosso medomais profundo não é o de sermos inadequados
O nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.
Nós nos perguntamos:
Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem és tu para não ser?
Tu és filho do Universo.
Se te fizeres de pequeno não ajudas o mundo.
Não há vantagem para ninguém em te encolheres para que os outros não se sintam inseguros perto de ti.
Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós; está em todos nós.
E conforme deixamos a nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, a nossa presença, automáticamente, liberta os outros.
Nelson Mandela



O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
Lembram-se daquele desafio que vos fiz? Perguntava eu quem tinha escrito aqueles dois sonetos: Exaltação e Amar. Aposto que quase toda a gente sabia mas só uma pessoa respondeu certo. Como essa pessoa não se identificou, ficou sem prémio. Fica guardado para o próximo Teste. A resposta era a minha querida poeta alentejana Florbela Espanca. 

Quem não conhece esta paisagem?...
É apenas uma das muitas e maravilhosas que se podem desfrutar numa das mais encantadoras terras de Portugal.
Foi cantada por um inglês famoso: Lord Byron.
Já reconheceram?
Em homenagem à minha foto vão até lá e comam uma queijada.
